quinta-feira, 23 de agosto de 2012

MINHA GRANDE CIDADEZINHA, por João Maria Ludugero



Os versos que faço a Várzea
São letras cheias de vida,

Gotas de contentamento,
Que jorram d’uma cacimba,
Que atende por pensamento.
Cada verso que germina
Me transporta lá pra terra
Que a minha estrofe ilumina
Dando luz ao argumento.
São feitos assim de jeito 
A descambar pra saudade,
A marejar meus olhos d'água
Se derramando no peito...
Não me canso de dizer:
Eu te amo, 
Minha Várzea!

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