segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ALGAROBEIRA DA VÁRZEA DAS ACÁCIAS, por João Maria Ludugero

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ALGAROBEIRA DA VÁRZEA DAS ACÁCIAS,
por João Maria Ludugero

Ser algarobeira

E sempre estar para o sol.
Sua copa verdejante e frondosa
está de frente para o Recanto do Luar
de Raimundo Bento,
além de deixar pousar o bem-te-vizinho,
pode ser nossa outra irmã de sombras.

A folhagem reverdecida,

bem querendo bons ares se contenta aos galhos.
O caule sustenta tantas ramas
e ainda inflama sob o canto do passarinho.

Refloresce a árvore.
A possante alagarobeira na lateral 
da Escola Dom Joaquim de Almeida,
de tanto estar de sentinela, preserVARZEAda,
lembra um sorriso quieto envolvido nas recordações
da professora Zilda Roriz de Oliveira,
além de transpirar ao encontro
da praça Kleberbal Florêncio.
Bonito é que ela ainda respira,
dentro e alto no agreste verde,
bem ali na Várzea das Acácias.



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