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sábado, 1 de outubro de 2011

Feliz aniversário!



Oba!

Hoje tem bolo e guaraná
Hoje tem festa
Hoje é aniversário de uma pessoa muito especial
Hoje um anjo completa mais uma volta no calendário
Hoje é aniversário da minha amiga Sil

Silvana!

Que sua vida seja repleta de emoções, sorrisos e milagres
Que as boas palavras sejam escritas na sua alma
E que as mais doces melodias a alimente e a aqueçam
Que seus olhos sejam sempre iluminados por imagens
Que a faça voar, sentir e rodopiar.

Minha amiga de todas as horas!

Que Deus a abençoe hoje e sempre.
Conte sempre comigo
Pois sempre estarei por perto.

Desculpe a invasão do blog.
Mas não resisti.
Um beijo doce de quem te admira muito.

RosaMaria Roma

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fragmentos

Por: Sil Villas-Boas


Tento inutilmente te buscar nos instantes do frio.

Agora tua presença se vai ao longe de mim.
Tuas palavras escapam por entre meus dedos
Sem deixar promessas, verdades e segredos.


De que adianta agora as manhãs,
Sem o sabor poético dos teus versos?

Já não te vejo mais como eras
Teu rosto está modificado no espelho
Reflete outras formas imprecisas, incompletas
As ilusões dos teus sonhos agora se extinguem.

Olho de longe teus pensamentos despedaçados
Simplesmente fragmentaram-se pelas linhas da vida.
Perdi teus sentidos, tuas vogais, teu visgo.

Perdi até os silêncios de nossas horas divididas
Entre toques, tatos, trocas e recomeços. 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Noturna














Por: Sil Villas-Boas 

Amanheço com o espírito penetrante
em universos alheios.
Entardeço com a alma enfraquecida,
pelas dores assimiladas das vestes da tristeza.
E na volta pra casa, anoiteço.
Desisto de combater os vazios.
Deixo a desordem irromper em instantes solitários.
A janela molhada....
Apenas um reflexo de uma face seca, sem lua
A boca está muda
E a pele, nua
Das verdades que antes cultuava
E ao final...
Adormeço dos meus sons habituais
Dos meus silêncios.
Das minhas cores que se apagam
Lentamente
Vagarosamente
Sem pressa....

Escorrem-se por entre a escuridão
De um mar noturno 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Olhares

Por: Sil Villas-Boas




Outros olhares se fazem em mim.
A buscar por ruas desconhecidas
A correr atrás do arco-íris
A per(cor)rer a cor da íris da alma 
E retocar os meus esboços rascunhados

Sofrer dores não foi querido
Sentir cheiros, foi escolhido
Desfrutar sabores, permitido
Mergulhar nos escuros e d(t)ensos pantanais...
Modelou-me os traços inacabados

Sou apenas a metade do que não fui
A parte que falta, ainda falta
E se deteriora, se desmancha 
Se aparta e se farta sem mim

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Estas minhas Manias.....

Por: SIl Villas-Boas 




Ah, estas minhas manias.....


De descobrir com você o que não se revela
De escutar tuas palavras que só riem
De querer e não querer o que tu queres
De mim.....


De dividir contigo passeios na grama molhada de chuva
De me sentar na areia e gastar horas em companhia do mar
De ficar em mim, em ti, em nós


Ah, estas minhas manias....
De experimentar cores diversas, inclusive as suas
De observar sua alma travessa e inquieta
A contar estrelas e se enamorar da lua.


Gostar do teu gosto infinito por vida
Sentir teu corpo, tua essência, 
Teu ritmo e versos tatuados
Na pele, suave e suada
Também são minhas manias    


Mas.....

Antes que estas manias se percam por aí.
Em alguma estrada, em alguma rua vazia de emoção
Antes que se transformem em versos mornos e sem sabor.
Decidi de uma vez e sem volta,
Desfazer-me de minhas manias.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Inverno.....

Por: Sil Villas-Boas


Nas horas frias, em que as manhãs 
se vestem em roupas sem cores
Subo as escadas do sótão da casa, 
E passeio em telhados cobertos de gelo. 
Das gotas de gelo que respiram no teu olhar.

Nem o teu inverno,
Tua acidez,
Tua escuridão
Tua insensatez
Amargam-me as palavras. 

A minha língua, 
Agora, solta,
Saboreia os teus frios pensares
Sem se amendrontar.

Agora, os meus versos 
Travessos, acesos, inquietos
Chegam de mansinho para me aquecer


De todos os invernos....

sexta-feira, 27 de maio de 2011

TUA POESIA

Por: Sil Villas-Boas




Pousei em mim tua poesia
Poesia que me acende inteira
Poesia que me faz voar
Leve, solta e livre ao vento

Poesia que me toca e me faz respirar
Teus sabores
Teu hálito agridoce
Teu beijo que arrepia
A tua boca na minha 
É Poesia

O calor do teu abraço
Acelera meus pensamentos
Perco todos os sentidos
A razão, a lógica, a lucidez

Nos teus versos desconexos
Faço-me (in)quieta
Insana felina
A arranhar tua  pele
A acarinhar tuas feridas
Tua Poesia atiça minha timidez.

domingo, 22 de maio de 2011

Chegou o Sol


Por: Sil Villas-Bôas

E hoje o sol chegou.
Depois dos dias chuvosos ocorridos, 
a fazer tarde e noite entristecidas e sem cores.
Sol que chega e clareia cada pedacinho dos recantos ensombreados pela falta dos sons da vida.

Rei Sol chegou
Veio para transformar lágrimas em risos,
Mágoas em sabedoria,
Prosa em Poesia.
Veio para apagar imagens antigas 
Das lembranças desprovidas de sentidos.

Sol ilumina (dor)
Sol fascina (ação)
Sol a nascer no (a)mar
E ficar no coração.

domingo, 15 de maio de 2011

ALMA

nua
“Não te amo com os olhos que te percebem mil defeitos, mas com o coração que, apesar do que vê, adora se apaixonar” .

William Shakespeare



Por: Sil Villas-Boas

Já conheces os meus defeitos. E eu os teus.
Mas hoje quero te revelar o outro lado de minha alma.
Alma que traz diversos perfumes, (a) colhidos em você.
O perfume das rosas despetaladas.
A essência do teu Eu, sem máscaras.
O suave aroma do desejo. Em nós
O cheiro quente de pele em brasas.
«»
Alma que se emana com a tua.
Alma que te chama, te envolve,
te aquece nos leves lençóis,
suave, nua.
Alma minha,
que a ti pertence
Em cada espaço da cama
Em cada esquina ou rua
Em cada infinito respirar….
breve.

domingo, 1 de maio de 2011

L E I A - M E

Por: Sil Villas-Boas

   Venha me ler

Posso?

Pode sim.....

Quer?

Sim

Abra-se para mim

Diga o que sentes, o que gosta

Deixe-me abrir com minhas mãos o teu livro.

E eu queria era ler os teus medos...

Soprar teus anseios...

Te liberar

Mas tenho muito medo...

De te arranhar a alma, 

E você sentir dor....


Leve é a mente de quem ama...
Ou se deixa amar.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sem Medos - Sil Villas-Boas



Não me amendrontam os arranhões.
Os espinhos que encontro nas flores não me ferem.
As dores que a solidão me traz já não assustam tanto.
Já não resisto tanto aos pingos da chuva
As gotas de mágoas a escorrer da alma são suaves agora.

Porque.....
Aprendi as lições ao ler tuas tortas entrelinhas  
Aprendi a enfeitar meus caminhos com rosas
Encontrei em mim estrelas, chuvas e sorrisos. 
Manhãs de sol, tardes sonoras e refrescantes.
A escuridão noturna clareada pelo Luar.

Ainda guardo em mim aquela (e)terna harmonia. 
Que você me ensinou a buscar, 
nas diversas contradições da vida.
Ainda tenho um suave toque de mãos a me envolver.
E se tudo isso algum dia me faltar...
Recomeçarei a buscar tudo de novo.

Minhas Flores desabrochadas

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