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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SamPaixão


Por: Cláudia Costa


Parecia apenas uma cidade
Com suas imensas concretudes
Sua correria intensa
Suas gentes distribuídas

Parecia uma mistura
De imagens, de culturas,
Abordagens.

Mas Sampa trazia consigo
Uma imensa solidão
Concreta no cinza

Surpresas escondidas
Em suas esquinas
Parques, verdes, vias

Amores!

Sampa, volta e meia
Me surpreendia
Com seus imensos desafetos
Com uma certa crueldade
Com uma maldade disfarçada

Nostalgia, melancolia

E um oceano de alegrias reveladas!
Longe ou perto
Sampa sempre me traz saudades
Me arrebata o coração
Me invade com sua vivacidade

São Paulo sempre me convida
A uma nova Paixão!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sabores

Por: Sil Villas-Boas

Quero experimentar sabores:
Do vermelho da maçã.
Dos vinhos, doces e secos
Sabores escondidos no teu beijo
Que secam a pele molhada dos meus lábios


Quero os sabores da vida 
Das cores de tuas poesias
Sorvendo-os e os absorvendo
Em tragos lentos, suaves ou rápidos
Interiorizando todo o gosto, todo o instante
Que existem nestes elementos 

Quero todos os sabores
Que existem e se perpetuam 
Em nós dois

sexta-feira, 27 de maio de 2011

TUA POESIA

Por: Sil Villas-Boas




Pousei em mim tua poesia
Poesia que me acende inteira
Poesia que me faz voar
Leve, solta e livre ao vento

Poesia que me toca e me faz respirar
Teus sabores
Teu hálito agridoce
Teu beijo que arrepia
A tua boca na minha 
É Poesia

O calor do teu abraço
Acelera meus pensamentos
Perco todos os sentidos
A razão, a lógica, a lucidez

Nos teus versos desconexos
Faço-me (in)quieta
Insana felina
A arranhar tua  pele
A acarinhar tuas feridas
Tua Poesia atiça minha timidez.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Encontros

O frio da estação não impede que os corpos se encontrem e no tocar, pele com pele, faíscas de calor corpóreo iluminam as quatro paredes...
A química flui. A música romantiza o momento.
Dois corpos nus engalfinhados na busca do mesmo objetivo. Braços, pernas, mãos, tudo se confunde, tudo se funde.


O ímpeto se eleva e nas alturas o clímax se faz sentir.
Loucura, luxúria, sexo, prazer.
Não há mais palavras. Não há mais gestos. Não há mais disputas. Não há mais buscas. Não há!!


Ao fundo o som daquela música, a luz fraca do abajour e as taças vazias, mas que, ainda, exalam o perfume do néctar que Bacco deixou.


Por: Paulo Diesel



"Não há paixão mais egoísta do que a luxúria."

Marquês de Sade

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Enquanto Você Dorme



















Observo em silencio os detalhes que te compõem.
Cabelos em desalinho, 
os olhos mexendo-se sob as pálpebras
(o que será que você sonha?)
Tua respiração em ritmo suave
Toco de leve meus dedos em teu corpo.
E escrevo palavras, versos
criados no momento.
Sinto teu coração pulsar em minha mão.
Canto baixinho trechos da nossa música.

Don't ever ask me why
I never say goodbye to my love
It's understood
It's everywhere with my love. 
And my love does it good”

Queria ser dona do tempo e congelar tua imagem.
De um homem adormecido, em quietude.
Mas o barulho da chuva na rua te acorda
e desfaz meu desejo anterior.
Você me olha, sorri, me abraça, beija-me, faz carinhos.
Você é a medida exata do amor que procurava.
Com você, sou infinita, inteira, feliz.
Livre, feito a borboleta que sai do casulo.
E voa em direção ao sol, ao céu.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

AMOR OU NADA!



Quero os sorrisos de antes,
falar de amor, diga-me do seu amor,
mesmo quando não falamos de amor,
tem as metades de tudo que tenho,
tenho nada dos carinhos que espero...

Cala minha boca o amor que tenho,
que a paixão não seja apenas caminho,
uma metade ficou sua, a outra estou perdendo,
sufoco-a com o tanto que lhe quero,
até devolver outra metade... até nos perdermos...

Não sei usar a força do medo de perdê-la,
meus gritos não fazem som nos seus ouvidos,
a mulher que amo diz palavras que não entendo,
jamais pedi para ser amigo,
então, todos meus desejos ficam tristes...

Não estou pedindo para ir embora,
seu silêncio de amor me deixa sem respostas,
sem notar, está me expulsando e a minha paixão...
tenho medo, mas preciso me sentir feliz,
ainda que minha boca grite ''te amo'', estou saindo.

Deixou montes de saudades de outros dias,
palavras simples que se tornaram carinho no peito,
as músicas que ouvíamos, afastando a solidão,
era ao menos suportável a distância dos corpos,
voltamos milhares de vezes ao mesmo lugar e amamos.

Já não fazemos amor, algumas vezes apenas sexo,
esfria quando abrimos janelas e olhamos para fora...
enquanto escrevo, minhas palavras são saudades,
algumas coisas jamais vão da lembrança,
amor não morre... involuntária, você tenta matar.

Não serei o abrigo, não quero ser amigo,
sou amante ou nada, é minha ou nada,
meus beijos são de amantes, as mãos, os toques,
as invasões, os abraços, as palavras, a paixão,
sou amor ou nada, minha agora... ou nada...

 Autor - Caio Lucas 
Colaboração - Silvério Reis

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