quarta-feira, 24 de julho de 2013

O PAVÃO AO PÔR-DO-SOL, por João Maria Ludugero

O pavão abriu a cauda 
Tipo um arco-íris
Sobre o açude do Vapor, 
Levado da breca, 
Arteiro e medonho, 
Disputando com o poente 
Pra ver de quem era 
A cor mais viva e bonita 
Lá da Várzea das Acácias... 
Puá! riu o sol poente alaranjado 
E clamou a correr dentro e alto: 
- Tu és apenas a beleza ao Vapor! 
E eu sou o rei Sol, 
Dono de todas as cores 
Que correm dentro da Várzea!