segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO! FELIZ VIDA NOVA! por João Maria Ludugero

FELIZ ANO NOVO! FELIZ VIDA NOVA!
por João Maria Ludugero

Não é só de manjar, mas o nosso caminho 
É feito pelos nossos próprios passos… 
E a beleza da caminhada depende dos que vão conosco! 
Assim, neste NOVO ANO que se inicia 
Possamos caminhar mais e mais juntos!
E assim, em busca de um mundo melhor, 
Repleto de PAZ, SAÚDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR. 
O ano se finda e tão logo o outro se inicia… 

E neste ciclo do “ir” e “vir” O tempo passa… e como passa! 
Os anos se esvaem… 
E nem sempre estamos atentos ao que realmente importa. 
Deixe a vida fluir e perceba entre tantas exigências do cotidiano… 
O que é indispensável para você! 
Ponha de lado o passado e até mesmo o presente! 
E crie uma nova vida, um novo dia, 
Um NOVO ANO  que ora se inicia! 
Crie um novo quadro para você! 
Crie, parte por parte, a partir da sua mente… 
Até que tenha um quadro perfeito para o futuro, 
Que está logo além do presente. 

E de tal forma, dê início a uma nova jornada! 
Que o levará a uma nova vida, a um novo lar… 
E aos novos progressos na vida! 
Você logo verá esta realidade, e assim encontrará 
A maior Felicidade e recompensa, a partir de agora.

Que o ANO NOVO renove nossas esperanças, 
E que a estrela de Cristo resplandeça em nossas vidas! 
E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique 
A manifestação de um  2014  repleto de vitórias!
E que o resplendor dessa chama 
Seja como a ávida e vislumbrante tocha 
Que ilumina nossos caminhos, passo a passo,
Para a construção de um futuro, repleto de alegrias! 
E assim tenhamos um mundo melhor!

A todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal, 
Amigos(as) que já fazem parte da minha vida, 
Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVO 
Sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas. 
Muita Paz em seu contínuo despertar!

ACLAMAÇÃO AO CAJU, por João Maria Ludugero

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ACLAMAÇÃO AO CAJU,
por João Maria Ludugero. 

Como te chamas, 
Oh, breve e colorida seara? 
Como te chamas, dize, 
Oh, safra aromática e leve? 
Nana, Nena, Nuca, Nanuca, 
Tereza, Neusa ou Tica? 
Entra, invade a Várzea, 
Adorna o chão de dentro, 
Se espalha na mesa 
E avança na lida 
Do bem-estar dos livros. 

Sei de onde afloras, 
Sei por onde me acastanhaste. 
Vens dos ariscos distantes, 
Dos seixos aromáticos 
Onde as mangueiras florescem, 
Onde há cajás e pitangas, 
Onde os coqueiros se aprumam 
Em possantes viveiros de catolés 
E em noites de lua nova passam 
Rondando o Itapacurá, 
A partir da flor-essência em alma viva, 
Espírito de bons ares da Várzea. 
Invade a nossa casa, 
Enfeita o chão de Joaninha Mulato, 
Muito me agrada estar em tua companhia, 
Porque eu te quero muito bem, doce safra, 
Quer te anuncies 

Encarnado ou amar-elo!

ROMÃS, por João Maria Ludugero

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ROMÃS, por João Maria Ludugero. 

Belas romãs entreabertas 
Pelo excesso dos grãos rubis, 
Eu vejo reinar a paz, toda em estouro 
Renascer de minhas descobertas! 

Se os sóis de onde reluzes, 
Ó romã de iluminada tez, 
Inteirar de lumes e altivez, 
Rompendo tuas ávidas 
E rubras sementes em tesouro, 
E se o ouro do ânimo ceder enfim 
Ante a demanda ainda mais dura 
E eclodir em gemas de carmim, 
Essa luminosa arquitetura 
Faz acordar essa alma que há em mim 

Dentro desse gostoso néctar in natura.