segunda-feira, 22 de setembro de 2014

POEMA KIRO-PRIMAVERIL, por João Maria Ludugero

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POEMA KIRO-PRIMAVERIL,
por João Maria Ludugero

As vogais voam como pássaros
No alvorecer azulado da menina Kiro.
O interior que se expande no amar-elo.
Ias, e vais em busca de um amanhã
Repleto de ternura. És menina musa
E a vida é plena, como teu nome Kiro
Com vogais que soam, esvoaçam
No cenário bonito deste dia lindo
Que afaga, embriaga, enquanto me inspiro
Com a chegada da estação de tantas flores.

Hoje, Kiro solta as amarras da alegria.
Pelos caminhos, pés descalços, ela se vai
Bendita, sorrindo, fazendo graça
Como quem beija, como quem ri,
Como quem passa, sem pedir licença
Para passar com sua beleza iridescente.
Hoje, Kiro, menina faceira, moça arteira,
A correr dentro e alto, colorindo as fases
Que amortecem os cinzas em Fênix-kireres...

E assim colorifica a tela do mundo. E segue ávida toda contente
Com seu jeito medonho e bonito, com um sorriso mais que lindo,
Quase eterno, terno, infindo, a partir da seara
Do jasmim-manga e dos lírios de Nova Canaã!