segunda-feira, 1 de setembro de 2014

CANÇÃO DAS BORBOLETAS, por João Maria Ludugero

  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

CANÇÃO DAS BORBOLETAS,
por João Maria Ludugero

Parecem bonitas crisálidas
Repousadas na minha mão
Que saltam como pétalas de rosas
Ao redemoinho da ventania
Como teclas de um piano de onde saem
Cantigas do coração
São todas da mesma cor
Uma cor amor/tece/dora ao léu
Possuem risos diferentes as borboletas
Que saltam de olhar em riste
De palavra em lavras,
Quase sem pousar no chão
Prosseguem minha alma de flor em flor
Tudo porque estas borboletas primaveris
São os dedos dos teus pés adiante,
Mais possantes que colibris a adejar a lida,



A assanhar até os pelos da venta!