segunda-feira, 20 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
QUANDO SE DESATA A BELEZA, por João Maria Ludugero
Quando se desata a beleza,
sinto-me bem à vontade
para fazer o que pretendo,
pois assim, simplesmente,
posso e devo ser um motivo
de orgulho superior ao meu talento.
Sinto-me dentro e alto,
mais próximo do céu da boca
que me extasia a contemplar
o que mais completa meu ser,
sem nós que não possam
ser desatados.
sinto-me bem à vontade
para fazer o que pretendo,
pois assim, simplesmente,
posso e devo ser um motivo
de orgulho superior ao meu talento.
Sinto-me dentro e alto,
mais próximo do céu da boca
que me extasia a contemplar
o que mais completa meu ser,
sem nós que não possam
ser desatados.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
FELIZ DIA DAS MÃES!, por João Maria Ludugero
PARABÉNS A TODAS AS MÃES!
FELIZ DIA DAS MÃES!!!
Mães da gente, mães de filhos de perto e de longe,
Mães sonhadoras do presente,
dia após dia, mães de futuro,
Mães de poetas, mães inesquecíveis, apesar do adeus
por mais cedo terem ido morar com DEUS...
Mães encantadoras dentro de poemas...
Mães que adotam seus filhos e criam sonhos
Mães em dose dupla, as avós...
Mães de amigos e amigas daqui e dacolá,
Mães que se tornam mães de suas mãezinhas...
Mães da minha família inteira e de todas as famílias,
Mães satisfeitas, mães agradecidas, carinhosas mães,
Mães que perderam Mães, mães que subiram aos céus...
Sei que todas merecem, não só um Dia Especial,
Pois, são MÃES muito mais
que 365 dias por ano!!!!
Venho aqui lhes desejar do fundo do meu coração:
Muitas felicidades, muita saúde,
muita energia e toda paz...
Principalmente, muita paciência
e Amor por toda vida e além,
para que sejam todas abençoadas Mães!
quarta-feira, 8 de maio de 2013
DIGA-SE, DE PASSAGEM, por João Maria Ludugero
Meu eu-poeta vibra com o tempo a passar...
Passadiço num dos pensamentos mais físicos
e matemáticos da existência.
Eis que o tempo, que tem o poder da infinitude,
se reencontra, em nós, afoito sob o poder libertador,
simples e cíclico da existência que, em todos os sentidos,
tem o poder de acordar, esquecer, acordar,
esquecer dentro e fora de todas as luas
e sóis alvorecidos... a penumbra e a luz
desde a pura essência do porvir.
Então, o tempo, posto que infinitude,
fica eterna criança e não entende,
como um simples ser humano
tem o poder de, finalmente,
na passagem natural, tudo esquecer
e também matar outros que ficam.
Há pessoas capazes de assim passarem
no tempo adiadas, sob o entulhar de penas reverdecidas
ou envelhecidas dentro do dia-após-dia
a se escorar nas dádivas do mundo,
tudo num lusco-fusco advindo do sobejar do tempo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)







