quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

TUDO QUANTO TANTO, por João Maria Ludugero

 
  

TUDO QUANTO TANTO,
por João Maria Ludugero



Dia-após-dia, a poesia me inspira
Na busca de bem viver, amar e ser feliz.
São versos de amor a correr dentro e alto,
Num ato que trasborda em minha alma afoita
Dando solene forma ao meu ávido corpo disposto,
Me fazendo navegar em tudo tanto em águas claras
Num solavancado ritmo suave na tarde amena que me nina,
Que toca o meu ser em astuta cantiga de menino levado da breca,
Que não arreda o pé da lida, sem medo da cuca esbaforida, mas
Se preciso for, não duvide, pois de uma coisa eu disponho astuto:
- Eu sou de meter o pé na tábua sem receio de pregos, cruzes!
- Cristo, eu consigo com Ele assanhar até mesmo os pelos da venta!