sábado, 30 de março de 2013

ALVORADA EM RENASCER, por João Maria Ludugero


Eu choro, de alegria.
Eu canto minha dor, com devoção.
Eu curto o amor, dentro da paixão.
Eu renasço ao me renovar em esperanças.
Eu convivo com Fé desde o coração. 
Estou aberto a celebrar a vida!
Eu acredito no poder dentro e alto.
Eu sou assim, guerreiro da paz, um ser de luz,
apesar das penumbras que tendem em cair.
Sou guerreiro iluminado de amor e alvorada.
De coração aceso e atento ao tempo do renascimento.
Sou filho do Criador das boas novas, 
sou um ser abençoado,
Dou graças a DEUS!
ALVORADA
www.ludugero.blogspot.com
Eu choro, de alegria.
Eu canto minha dor, com devoção.
Eu curto o amor, dentro da paixão.
Eu renasço ao me renovar em esperanças.
Eu convivo com Fé desde o coração. 
Estou aberto a celebrar a vida!
Eu acredito no poder dentro e alto.
Eu sou assim, guerreiro da paz, um ser de luz,
apesar das penumbras que tendem em cair.
Sou guerreiro iluminado de amor e alvorada.
De coração aceso e atento ao tempo do renascimento.
Sou filho do Criador das boas novas, sou um ser abençoado.
Dou graças a DEUS!

segunda-feira, 25 de março de 2013

LUDUGERAL, por João Maria Ludugero


Eu sou Ludugero 
desde que me entendo por gente, 
acho até que já nasci assim com a poesia no sangue. 
Quer saber por que escrevo? Exatamente, não sei. 
Mas, deve ser para buscar sensações perdidas 
pelos desvãos do cotidiano. Sou um Brasileiro, 
Potiguar, Varzeano eternamente apaixonado por POESIA. 
Eu versejo para sair um pouco da realidade 
do dia a dia por meio da escrita, embora tratando, muitas vezes, 
de coisas cotidianas corriqueiras, é uma forma saudável 
de enfrentar a vida, de se colocar diante dos fatos, 
cara a cara, sem, no entanto, ser esmagado por eles. 
Manipular, as letras no engenho das palavras, 
torná-las atrativas para que outras se juntem, 
é uma sagrada empreitada, tarefa das mais 
sublimes desse ofício de versejar. 
Há uma espécie, aí, digamos, de 'cafetinagem'. 
Isso mesmo. Identifico-me, longe de ser cabotino, orgulhoso, 
como um agenciador das palavras, um 'cafetão' das letras. 
Sou poeta. Estou aqui para interagir sobretudo com a poesia, 
com textos e prosa, fazer amizades, ampliar o rol das amizades 
e partilhar o que temos na taberna da Literatura. 
Escrever de certa forma é a minha vida, fazer poesia, 
celebrar o bem viver a vida de verdade, 
desbragadamente, sem pejo.