sábado, 20 de julho de 2013

VÁRZEA DE RARA BELEZA SINGULAR, por João Maria Ludugero.

Um pedacinho de terra
À beira do rio Joca 
Num bocadinho de Vapor,
De beleza simples sem par...
Jamais a natureza de São Pedro Apóstolo
Apostou nessa serena beleza,
Jamais algum menino medonho
Teve tanto para cantar e ralaxar
Num pedacinho de terra
De beleza tão singular!
Seara da moça faceira,
Da velha dona Suzéu,
Várzea da praça do Encontro,
Da velha algarobeira 
Da professora Zilda Roriz de Oliveira,
Onde em tarde fagueira,
Vou à lida reverdecido a contento...
Teu açude do Calango,
De água verde-musgo
É ternura de beldroegas,
É poema de passagem ao luar,
Lugar onde a lua vaidosa
Sestrosa, dengosa à varzeana,
Vem se espelhar prateada!

BOM DIA, AMIGO!


BOM DIA, AMIGO! 
Acesse meu outro blogue 
e se quiser me siga: 
www.ludugero.blogspot.com, 
abração. 
Quero ver sua cara e coments por lá. 
Até mais!!!

AOS MOLDES DA FÊNIX, por João Maria Ludugero.

Ciente eu desperto meus sentidos 
Para que não desmorone tudo 
De belo e formoso que me molda. 
Não apago as cinzas da vida, 
Pois a partir delas me ventilo, 
Vislumbro os pelos da venta, 
Não entrego os pontos de partida, 
Aprendo a renascer com afinco, 
Ao me reacender nas cores vibrantes 
Que me carregam a correr dentro. 
Porque o homem sábio não se entristece 
Com as tintas que não possui, 

Mas rejubila-se com as que tem.