domingo, 21 de setembro de 2014

CARO AMIGO SENHOR ZUQUINHA RIBEIRO, PARABÉNS!!!

CARO AMIGO SENHOR ZUQUINHA RIBEIRO,

Uma das grandes bênçãos da vida é a experiência que os anos vividos nos concedem. Logo, aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de aprender a contar os nossos dias. Hoje, mais uma janela se abre diante de seus olhos, mais um espinho foi retirado do Vapor, restando apenas a beleza a correr dentro de tão bela data.

Os sintomas da felicidade se traduzem do otimismo, na Fé e na Esperança. Continue firme pelos caminhos de renovadas conquistas, acordes de sonhos em família, dentro das suas verdades. Continue trilhando pela seara do agreste verde potiguar, pois um dia encontrarás o mais belo jardim, o jardim que representará a realização de seus maiores sonhos. Aliás, o Senhor já muito fez e tem um legado de bons ares e merecidas vitórias.

Que o Supremo Arquiteto do Universo - DEUS - 
Continue te iluminando, dia-após-dia, 
por todos os dias de sua longa vida, 
juntamente a todos amigos e queridos familiares. 
Meus mais sinceros PARABÉNS!

FELIZ ANIVERSÁRIO!
São os votos do Advogado, Poeta e Escritor 
João Maria Ludugero e Família.

VÁRZEA-RN E A VELHA ALGAROBEIRA DA PRAÇA DO ENCONTRO, por João Maria Ludugero

VÁRZEA-RN E A VELHA ALGAROBEIRA

DA PRAÇA DO ENCONTRO
por João Maria Ludugero

Velha algarobeira da Várzea das Acácias
A se elevar estendida lá na praça do Encontro
A homenagear o inesquecível Kleberval Florêncio.
Tão frondosa e verdejante, disposta no tempo
Dentre árvores mais novas,
És mais amiga:

Assim tanto mais bela quanto mais antiga,
Vencedora do vão da idade e das procelas
A se espairecer desde o jasmim-manga em flor
Da Escola Dom Joaquim de Almeida,
Desde a proteção da Professora Zilda,
Que não permiteu fosses quedada ao chão.

De sorte na lida, o homem, a fera,
E o astuto inseto , à sombra dela.
Vivem, livres de fomes e fadigas advindas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E o amortecido pelo bonito pássaro
Que ali tão bem-te-vizinho tagarela.
Não choremos, Ludugero, a mocidade!

Envelheçamos sorrindo! envelheçamos,
Mas continuemos verdes e levados da breca
Assim como a algarobeira forte envelhece:
Na glória da alegria e da varzeanidade,
Agasalhando os bem-te-vis nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!