quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

ENQUANTO ISSO, A SUA BATATA TÁ ASSANDO, por João Maria Ludugero

Quando é tempo de colher raízes,
Sinto no ar o cheiro de batata quente , 
Que adocica a minha alma carente. 
Entre batatas e versos, transito ariscos 
Com a doce inspiração de uma poesia... 
Escavo a terra num jeito 
De arrancar batatas... 
Escrevo um poema 
Que me contenta a tempo 
Ao sabor de uma batata roxa assada,
Alimento-me a colher o dia, confesso
É a poesia o meu melhor encanta ventos. 
Revolvo a terra, resolvo problemas, 
Entrementes batatas e poesias, 
Traço um prato de babau,
De onde retiro minhas energias! 
Entre batatas e poemas ... vou vivendo, 
Vou filmando a lida, 
Vou roubando a cena, 
Vou dando forma 
A versos singelos à risca
Com as minhas penas, sem ceras.

3 comentários:

Fernanda disse...

Saudade danada desse blog...Belo texto, com cheiro de terra, raízes e poesia.

Talita disse...

"Que o seu Natal seja cheio de paz e harmonia
em companhia dos amigos e da família.
Que a passagem deste ano renove
e revigore em todos nós a esperança de saúde,
prosperidade, bem estar e felicidade.
Feliz Natal!!
Beijos"

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Caro amigo

Que neste Natal,
diante das pessoas que amamos,
possamos ofertar a elas,
o melhor presente
que desejassem receber:
Nossa vida...
Nosso carinho...
Nosso coração.

Para quem crê na vida,
Natal se faz a cada dia.
Que assim seja o Natal
Em tua vida.

Aluísio Cavalcante Jr.