domingo, 28 de julho de 2013

ADEUS, DONA MORTE!, por João Maria Ludugero.


E o Supremo Arquiteto disse:
- Olha aqui, dona morte,
Queira recolher sua foice!
E foi-se…
Esbugalharam-se 
Os tempos de amargura
E os ventos do rancor exauriram-se. 
No meu coração possuo 
Uma flor de jasmim-manga...
Tenho um sorriso, a correr dentro,
Um riso que nunca previ…alto, radiante.
Porém, não gargalho a mangar da lida,
Crescem sorrisos de todas as bandas,
Tenho sementes...
Pela vida a dentro.

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