sábado, 20 de julho de 2013

AOS MOLDES DA FÊNIX, por João Maria Ludugero.

Ciente eu desperto meus sentidos 
Para que não desmorone tudo 
De belo e formoso que me molda. 
Não apago as cinzas da vida, 
Pois a partir delas me ventilo, 
Vislumbro os pelos da venta, 
Não entrego os pontos de partida, 
Aprendo a renascer com afinco, 
Ao me reacender nas cores vibrantes 
Que me carregam a correr dentro. 
Porque o homem sábio não se entristece 
Com as tintas que não possui, 

Mas rejubila-se com as que tem.

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