quarta-feira, 28 de agosto de 2013

OS JASMINS DA VÁRZEA, por João Maria Ludugero.


Se nas asas libertas 
Nascessem sonhos, 
Voaria dentro e alto 
Ao interior de mim 
Até uma clareira dos ariscos 
Com vista para o céu em acordes. 
E perceberia o Vapor 
Que a Várzea em nós se desata 
Em reverdecida esperança 
A me ninar na tarde amena, 
Sem medo da cuca pegar. 
E assim o luar faria por mim 
O recanto ensejo da alma em jasmins, 
Desabrochando em ternas alvoradas 
Depois de tantos sóis, 
Depois de tantas luas!

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