domingo, 16 de dezembro de 2012

À FLOR DA PELE, por João Maria Ludugero

À flor de tua pele 
reinvento perfumes.
Nela me embrenho 
até entrar em êxtase. 
Nada é mais luminoso 
do que o pavio 
da lamparina
que acende tua luz, 
e me encandeia.

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