quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

JOÃO-DE-BARRO II, por João Maria Ludugero


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 JOÃO-DE-BARRO II,
por João Maria Ludugero

E a partir daí, com arrimo, 
João- de-barro peleja sua sina 
João de barro se arrima no rumo 
João é barro na lida 
João do barro não se intimida. 
João descansa no barro, 
Com afinco, Ludugerável a contento. 
João constrói, elabora sua obra-prima 
Na árvore ou à janela além de postiça! 

Eu sou feito um João-de-barro. 
Barro, todos nós somos. 
Existem muitos Joões do barro... 
Um dia, todos nós descansaremos 
Desatados em nós, no pó, na terra!

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