terça-feira, 6 de janeiro de 2015

SINGELA VARZEANIDADE, por João Maria Ludugero

 
 

SINGELA VARZEANIDADE,
por João Maria Ludugero

Para mim, a terna e singela beleza ideal
Bem se vislumbra na varzeanidade calma e serena
A andar, correr e voar dentro e alto a partir do alvorecer
Da simplicidade disposta no ávido reflorescimento
Do jasmim-manga da Várzea de Ângelo Bezerra,
Na bonita cantiga do bem-te-vizinho,
No alaranjado arrebol dos mulungus em flor,
No entardecer à beira do açude do Calango!

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