quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dona de Mim

Por Sil Villas-Boas (Reeditado)

Sou dona de mim
Dos meus anseios e medos
Dos meus receios e segredos
Tenho nas mãos o reflexo de uma alma livre
Ando em caminhos de espinhos
E deito-me em cama de rosas

Sou dona de mim
Quando comungo com a natureza
Faço o sol deslizar na minha pele
Faço a lua me enfeitar de luz
E a chuva molhar meu rosto
Retiro do arco-íris as cores pro meu sorriso

Sou tua dona
Ao te ver, tocar
E desejar te amar
Sou dona de ti
Na tua plenitude
Na tua vontade satisfeita
Sou tua dona quando aceitas
Minhas ilícitas leis
De não te deixar ir

Sou a dona de mim
Ao me sentir livre
Leve, inteira
E magicamente,
Uma simples mente
Feliz.

Poema da Coluna Jardim dos Pensamentos

6 comentários:

Guará Matos disse...

Ser dono de nós mesmos é comungarmos com a indepndência, com a liberade

Bjs.

Renan O. Pacheco disse...

Eu não ganho um super prêmio por ser o 100° seguidor?
hauahuhahuah
to brincando
Uma amizade já é um grande prêmio

bjinh

Tatiana Kielberman disse...

Querida Sil,

Lindo esse poema, contendo as mais belas características: doçura, sensibilidade e harmonia nas palavras!

Muitas vezes, pensamos ser donos de nós mesmos, mas descobrimos um longo caminho a percorrer... Sempre é tempo de viver intensas percepções como as que você descreve acima!

Beijos, com carinho1!

Fernanda disse...

Oi, Sil! Vou visitar o blog da Sandra Cajado. Amei o texto.

Tem post novo no meu blog, acho que vc vai gostar.

Joakim Antonio disse...

Com é bom ser, verdadeira mente livre!

Muito bom!

T@ty disse...

Ai.ai.ai!

Quer prazer maior que uma explicação que possa dar do que o prazer sem culpa e nem responsabilidades atribuídas pelos os que teorizam apenas sem nunca o sentirem..muitoooooooo bommmmmmmm!

Amigaaaaaa... Beijos