quarta-feira, 29 de junho de 2011

Tempestuosa



Por: Cláudia Costa

Na ventania da noite
Dei-me conta
- À montaria -
Erguendo-me na força de suas pernas
Matando a sede de uma espera
Tomando-me forte nas ancas encaixadas 

Unimo-nos
Em boca, língua, saliva e crina.
- Cavalgada, selvageria - 

Emoções aos gritos
Prazer em crua poesia
Fiz-me vento a conduzir o trote
Ele, a galope,
Segurava as rédeas
E eu, 
As rimas...

5 comentários:

Sil Villas-Boas disse...

Clau

Toda cavalgada, seja de dia ou noite, sempre é mágica, é forte, é bem vinda aos que dela se saciam.
E agora, esta tua cavalgada se traduz em maravilhosos sentires, que alcança a todos em todos os desejos e sentidos.
Mil bjussss
Sil

Drisph disse...

ESTOU SEGUINDO-A, E A CONVIDO A PARTICIPAR DA PROMOÇÃO EM MEU BLOG, SEGUINDO O BLOG, CONCORRE AO MEU LIVRO, 0 SEGREDO DE EVA, SORTEIO DIA 10/07. UMA BOA SEMANA PARA TI, E MUITAS REALIZAÇÕES, UM BEIJO NA ALMA.
ADRIANA.

Evanir disse...

Amiga Linda..
è uma excelente poetisa do amor
tem leveza te rima tem amor sem fantasia..
Querida me disse estar dodói espero que não seja nada grave e que não deixe de visitar meu cantinho.Um feliz final de tarde uma noite linda com perfume das flores beijos no coração,Evanir.

Tatiana Kielberman disse...

Claudinha, querida...

Para mim, ser tempestuosa pode ter diversos significados. Tem muito a ver com intensidade, ardor, mas também com vivacidade, impulso, carisma de viver!

E você tem todas essas características muito evidentes aí dentro... Que sejam sempre para o bem!

Beijos de quem te adora!

paulo disse...

Não sei se é melhor segurar as rédias ou tentar segurar as rimas deste poema sensivel.
Tá, e dai?

Abraço, Cláudia