sexta-feira, 29 de julho de 2011

Multidões mudas



"Às vezes a prudência pode ser covardia
O silêncio, a culpa
O mau, o bom
O bem, o mal
A solidão, o castigo

Nem sempre braços entrelaçados é um abraço
Bocas juntas, um beijo
O banho molhado
Sol brilhando é dia
E Lua é noite

Muitas multidões são mudas
Muitos dias escuros
E as noites claras
Os erros acertos
E acertos errados

O riso pode ser triste
A felicidade presente
A lágrima alegre
O amor fatal
E a dor imaginária"

7 comentários:

RosaMaria disse...

Sil
Bom dia!

Saiba que seu nome esta constante em minhas orações.
Saudades de ti.

Beijos meus

Maggie May disse...

a dor imaginaria tambem fere...

VeraBruxa disse...

Não quero estar nesta multidão calada (ou dissimulada).
Abraço,
Vera Mosmann

Sil Villas-Boas disse...

Rosita, boa tarde.

Obrigada por me incluir em suas orações, por cuidar maravilhosamente do nosso Jardim dos Girassóis, e, principalmente, por dedicar-me sua AMIZADE, algo imprescindível pra mim eternamente.
Lindo poema expresso hoje aqui.
Bom fim de semana.
Beijo.
Sil

silvioafonso disse...

.


A sua presença foi o que de
melhor me aconteceu.

Valeu!

silvioafonso






.

Tatiana Kielberman disse...

Há muitas multidões mudas espalhadas por aí...

Disfarçadas de gente como a gente, mas que na verdade nada nos acrescentam!

É preciso estar sempre atento aos sinais da vida...

Amei!

Beijos, Rosinha!

Marília Felix disse...

Amar é sorrir por nada e ficar triste sem motivos, é sentir-se só no meio da multidão, é o ciúme sem sentido, é ser feliz de verdade!

Agora sim lido e comentado!

Minha Rosa. minha irmã, minha flor!
Eu te amo!
Muito,
você sabe, e sei...

Até perder as forças!
:)