quinta-feira, 18 de julho de 2013

CONTENTAMENTO, por João Maria Ludugero.


Ora quero a leveza da simplicidade... 
A doçura de um coração puro 
Feito o da minha Mãe Dona Maria Dalva.
Ela me emocionava  tanto assim 
Num sagrado contentamento 
Com os mais sinceros gestos de carinho.
Quero o conforto e o aconchego 
De um abraço, um cafuné, um dengo...
Quero o calor de um amor 
Que me faça crescer confiante 
E a luz da vida esbanjando milagres 
Quando me pego a correr dentro e alto...
E assim, de repente, o astro rei invade minha alma 
Que se ilumina adiamantada,
Enquanto novas esperanças brotam radiantes 
A fazer o sol crescente se inteirar tangente
Na imensidão abrupta da lua de prata.

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