domingo, 15 de dezembro de 2013

ALVORECER, por João Maria Ludugero


ALVORECER,
por João Maria Ludugero

Várzea,
Minha Várzea,
Contigo não sou vazio
Me preencho
Me sacio
De vida e de coragem,
Assossego o coração,
Relaxo
O corpo
E o espírito

Quando me chegam as sombras
Quando cai o breu da noite 
Quando tudo parece escurecer,
Quando tudo aparece cinzento
Ou em branco e preto, 
Recorro ao teu aconchego
Sinto-me firme,
forte e destemido

É aí que sinto tua mão
Encostar na minha cabeça,
A me fazer cafuné,
Me acalmo, durmo tranquilo.
Sei que está chegando o dia
Só pra tudo de novo alvorecer!

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