quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

JORDANA MAJELLA e IGOR GABRIEL, MEUS FILHOS, por João Maria Ludugero

 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
JORDANA MAJELLA e IGOR GABRIEL, MEUS FILHOS,
por João Maria Ludugero.

De uma coisa a gente sabe, ou descobre,
Que as suas almas moram na mansão do amanhã, 
Que nós não podemos visitar nem mesmo em sonho. 
Podemos até avançar no esforço de alertá-los, 
Mas não procuremos fazê-los como nós, 
Porque a vida deles não será como a nossa,
Eles não se demoram com os dias passados. 


Nós somos arcos dos quais nossos filhos 
São arremessados como flechas vivas, animadas. 
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito além
e vos estica com toda a sua poderosa força vital
Para que estas flechas se projetem para longe… 

Que essa compostura na mão de Deus-arqueiro 
Seja amparada de muitas alegrias, a correr dentro e alto, 
Pois assim como ele ama a flecha que esvoaça arteira e destemida, 
Ama também o arco que permanece célere a avançar estável na lida!


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