quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

SEU ODILON LUDUGERO, MEU PAI, por João Maria Ludugero

 
SEU ODILON LUDUGERO, MEU PAI,
por João Maria Ludugero.

E o arauto divino 
Fez a anunciação 

Da chegada de um 
Menino varzeano,
Filho de Dona Dalila
Louvado seja,
Seja bem vindo,
Prezado menino Odilon!
Uma estrela se acendeu
No alto da Várzea das Acácias,
Riscou de prata o céu de São Pedro,
Belo astro de brilho intenso
Nunca dantes visto:
Nasceu Odilon de dona Dalila!
Repicaram os sinos da matriz...
Soaram as cornetas da lida
Dos anjos em voos pela Várzea a dentro...
No então cenário da Vargem;
No calor do abraço da terra
Um pequeno ser reluzente.
É aquele senhor que até hoje proclamo
Dentro e alto pelos acordes do tempo,
Amor traduzido pelas quatro bocas da Várzea,
Relicário maior nas quebradas do vento,
Banhado nas águas doces do açude do Calango...
No meu coração de filho, Seu Odilon Ludugero,
Ele é um terno soldado da boa vontade,
Esse senhor varzeano é digno de viver pra sempre!
Meu prezado PAI, EU TE AMO!

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