sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

HÁ MAR NA CANÇÃO DA TARDE AMENA, por João Maria Ludugero

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HÁ MAR NA CANÇÃO DA TARDE AMENA,
por João Maria Ludugero

Daí fico a manjar em namoro à beleza do mar
Onde encosto a cabeça em órbitas profundas.
Traspassam-me bons ares 
Como se a rosa dos ventos
Atravessasse minha lida.
Reconheço-me no verde-musgo, 
Onde as mãos afagam-no. 
Ambos vicejamos à luz da tarde amena;
Ambos fincamo-nos à natureza esplêndida
Para realçar a longa vida que nos cabe.
Daí fico a manjar esse fosforescer....
Folhas que reverdecem em minha esperança,
Vastidão que alaranja o ânimo de correr dentro 
Enaltecendo a língua ao céu da boca que se en/canta 

Dentro de um poema que fascina a essência da minha vida.

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